Talvez eu só precise de alguém que não minta pra mim. Que
não esqueça tudo que passamos em apenas 2 dias. Que me ligue, que se preocupe
comigo. Alguém que demonstre que se importa. Alguém que vai me abraçar quando
eu falar que estou com frio. Que me faça esquecer do mundo. Alguém que me
coloque ciúmes mas em seguida me beije e diga que eu sou única. Alguém que não
fizesse nada com intensão de me magoar. Talvez eu precise de alguém que me ame,
mas que me ame de verdade.
'Sou franca e falo o que penso, deve ser por isso que vivo com os joelhos roxos. A gente cai muito quando tem a sinceridade correndo nas veias.' |Clarissa Corrêa
♥
Quero trazer a memória, aquilo que me dá esperanças!!!
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Engraçado como tudo se tornou um acumulado de nada, todos os
sentimentos explodindo dentro de você e seu maior grito é aquele que nunca será
ouvido por ninguém, as portas estão batendo ao vento assim como um dia o seu
coração esteve, aberto para qualquer amor inocente que agora queima e está te
destruindo a cada dia mais, e quando falam que as coisas vão melhorar, você realmente
quer acreditar em tudo aquilo, mas seus olhos estão cegos pelas muitas noites
sofrendo em silêncio, todo aquele pesadelo se tornando cada dia mais real,
tanta dor acumulada em uma só pessoa, as vezes não aguentamos não né? Sempre
tem aquela pessoa que consegue ver dentro do escudo que criamos, ela enxerga a
nossa dor e faz assim a dela, eu não quero que o tempo passe mais rápido, ele
está me ensinando a como viver em meio a tudo isso, sinto meus braços tremerem,
minha cabeça está envolta a uma nuvem de ilusões e eu não sei se conseguirei
dizer que estou bem e ser convincente a todos.
Finjo que não lembro mas choro seco feito besta dentro do
carro quando toca aquela música na rádio que a gente tanto escutava junto. E
tento não lembrar do teu sorriso fofo fechando os olhos mas aí aparece o rosto
inteiro junto com o corpo e a voz do outro lado de uma câmera. E a voz falando
que me ama. Falando firme, seguro, que fazia acreditar e não duvidar. E não
querer ir embora nunca. Mas aí a dor toma conta. O ódio, a raiva, a mágoa, a
dúvida, o ciúme. E quero que tu vá embora. E não volte, não me procure, finja
que não existo. Mesmo querendo lá no fundo que não me esqueça nunca.
Jéssica
Barreto
Um dia você me conta? Me conta a sensação de ter as pessoas
que você ama sempre à sua disposição. Me conta como é gostar exageradamente e
não sentir culpa. Me conta como é me ter sempre esperando, relevando,
entendendo, me preocupando, te oferecendo colo. Fala pra mim. Eu meio que fico
me espremendo pra ganhar espaço, pra voltar a ter espaço, pra te relembrar da
nossa magia. E aí eu canso, porque a gente sempre cansa. Mas volto. E vou. E
vivo colocando vírgula pra respirar. Só que a vírgula sufoca e é nos dias sem
você que percebo que mais parecem anos. Que não tem como falar de mim sem ter
um você no meio e não tem como correr pra um lado e você pro outro porque somos
uma pessoa só e não dá pra seguir direções diferentes. E é trocando de posição
todos os dias que percebemos o quanto ficamos melhor com um corpo sobre o
outro. Trocando farpas, carinho, olhares, amor. E a gente se sente confortável
assim quando quer, quando convém. Mas eu sempre percebo o quão apertado fica de
vez em quando. E eu queria te lembrar que mesmo gostando, eu odeio lugar
apertado.
Jéssica
Barreto
Um último texto. Último de tantos que completam esse tal
santuário que criei pra você num lugar só. Último de muitos e muitas palavras
de amor, de dor, de felicidade, de tristeza, de ciúmes, de saudade, de
cumplicidade, de você. Todos teus. Passamos por poucas e boas, não é mesmo?
Tantas idas e vindas, recomeços, lágrimas, sorrisos, olhares bobos, presentes,
músicas, frases, gritos, sussurros, declarações. Tanta história em tão pouco
tempo que nem foi tão pouco assim. Tanto sentimento, tanta intensidade. Com
você sorri muito, amei muito, chorei muito, aprendi mais ainda. Com você eu fui
mais do que pensei que podia ser e por você e fui mais longe do que pensei que
poderia ir. A gente se entendia tão facilmente e isso me fazia bem. Você me
fazia bem. Apesar de tudo eu quero te agradecer, agradecer por ter me mostrado
que o amor existe sim, que é um sentimento lindo e que é possível vivê-lo. Não
deu certo e não sei de quem foi a culpa. Talvez tenha sido inteiramente minha,
talvez teve parcela sua ou mais talvez ainda as duas partes foram pagando suas
prestações aos poucos até ter chegado ao final. Sinto sua falta, muito, todos
os dias. Ainda te vejo nas coisas mais bobas, nos momentos mais improváveis ou
nas palavras mais bobas que me lembram algum pedaço da nossa história. Eu não
vou te esquecer, nunca. Você foi, é, e sempre vai ser um pedaço bonito da minha
história. Um pedaço grande e de muito valor. Um pedaço que vou levar pra vida
inteira. E por mais que eu queira te odiar, vai ser a última coisa que vou
conseguir fazer. Porque eu te amo. Até não sei quando, eu te amo. Adeus.
Jéssica
Barreto
“Términos são sempre difíceis. Aquela dor no peito, um
aperto, uma trituração bem profunda no coraçãozinho. Lágrimas que parecem não
acabar nunca, as lembranças do começo, do meio, tentando esquecer o fim. É como
sentir o buraco te puxando cada vez mais forte e rápido pra um lugar onde você
não quer mais sair. E não sai. E olha e reolha e analisa cada palavra, cada
foto, cada porcariazinha que fizeram juntos como se fossem as coisas mais
especiais da galáxia inteirinha. E eram, até não serem mais.”
Jéssica
Barreto
Na minha caixinha de memórias tem um pedação que guardei de
você. Enorme. Do seu tamanho. Às vezes fico olhando algumas de nossas
lembranças e imagino como seria se ainda tivesse você aqui. Fico observando o
quão leve a gente era e o quanto que sinto falta dos nossos horários marcados e
do sorriso acompanhado dos braços abertos ao me ver sentadinha no lugar
combinado todos os dias. Tão lindo. Tão sensível. Tão tão. É tanto que não
cabem palavras pra descrever o tamanho do sentimento que guardo aqui por você.
Carinho, cuidado, amor. Eu te amo, e não é pouco.
Jéssica
Barreto
“Eu só queria que tivesse durado mais um pouquinho. Só mais
um amanhecer, só mais o tempo de uma despedidazinha pelo menos. Eu sei de mim,
sei de tudo que guardei aqui, tudo seu, todo o seu jeito e suas manias
engraçadas junto com seu sotaque. De você, não sei mais nada. Dói demais não
saber mais nada.”
Jéssica Barreto
“Mas, ao mesmo tempo eu queria acreditar que você era
diferente, porque eu sempre tive esperança em você, sempre achei que você iria
me fazer ver o mundo com outros olhos. Fiquei durante muito tempo pensando numa
maneira certa de agir, foi aí que decidi esquecer essa porra de quase-amor que
eu sinto por você. E era isso que mais doía, o quase-amor, porque no fundo eu
queria que fosse amor. Mesmo assim, insistiu em colocar um ponto final.”
Tati Bernardi
“Tive um vizinho que gritava com a namorada ao telefone, sem
se importar que o prédio inteiro ouvisse: “Não sei o que fazer! Fico mal
contigo e fico mal sentigo!”. Sempre achei essa situação desoladora, e nem
estou falando do português do sujeito. É duro ter apenas duas alternativas
(ficar ou ir embora) e ambas serem terríveis.”
Martha Medeiros
“Mas a lição que eu aprendi é que não vale a pena consertar
um carro pela décima vez. É mais fácil comprar um novo e fim de papo. Afinal,
eu bem que tentei consertar meu relacionamento com algumas pessoas e só ganhei
mais e mais poses e menos e menos verdades. Ainda que doa deixar pessoas
morrerem, se agarrar a elas é viver mal assombrado.”
Tati Bernardi
“Os olhos encheram de lágrimas. Quis desabar mais uma vez.
Respirou fundo. Sou forte, sou forte, sou forte. Repetiu tanto pra ver se
acreditava. Aquele vazio nunca iria embora. Aquele amor nunca iria embora. Por
que é que você esqueceu tão rápido? Me conta o remédio! Também quero tomar.”
Lika Germano
“Desculpa qualquer coisa, desculpa o mau jeito. Desculpa
minha falta de tato e esse afastamento inesperado. A falta de conversa ou nada
dela. A não procura, a pouca atenção. É que eu sou completamente louca por
você. Mas sou possessiva também. E o que não é meu, eu prefiro assim, longe,
pra não querer mais. Pra não querer o tempo inteiro.”
Jéssica
Barreto
Esquecer? Não, não posso dizer que esqueci, ou que não sinto
mais nada. Afinal, tenho sentimentos, recordações, memórias boas e ruins, mas
são as boas que quase sempre me vem a mente. Não quero voltar atrás, os
sentimentos de que falei, as memórias, também tenho uma porção de lembranças
ruins, que são o que me impedem de repetir os mesmos atos. Não digo ”os mesmos
erros” e nunca direi, pois sem eles não seria o que sou agora, mas são ações
que não gostaria de repetir, já que sei que não me fazem bem algum, ou até
fazem, mas o sofrimento que vem com elas é maior do que qualquer bem que possam
ter. Quando alguém me pergunta se ainda sinto algo, dificilmente respondo a
verdade. Quase sempre digo que não, mas você sabe, eu sei e a maioria dos que
realmente me conhecem também sabem o que eu realmente sinto. E o que eu sinto é
uma enorme tristeza por saber que, mesmo não querendo acreditar, não teria como
ser diferente. E que por mais que pudéssemos voltar atrás ou repetir tudo
novamente, o fim seria o mesmo e que assim, do jeito que está, é o melhor para
todos.
Roberta Mariano
Ninguém é pra sempre. Existe aquela cumplicidade e toda a
fantasia de que vai durar a quantidade de tempo que durar também o sentimento,
mas não dura. As pessoas vão e o sentimento fica. E eu queria poder mandar tudo
junto com elas numa mala, assim como as lembranças e toda a saudade antecipada.
Só pra não ter que conviver com a idéia de que agora somos apenas pessoas que
se conheciam, nada mais.
Jéssica
Barreto
Sou traída pela minha repulsa a romances baratos mais uma
vez. Homem barato com conversinha barata, um namoro desesperado e o amor
banalizado. Traída ou salva, jogo de sorte. Meu tempo é caro demais pra tanta
promoção de alma. Nada me assusta e afasta mais que isso. Quero toda distância
possível de gente que se joga nos outros pra descansar, esse povo que suga a
vida do outro pra tentar se sentir menos vazio. Me dá até um frio na espinha
esse tipo de carência doente. Essa obsessão de não ficar só, essa necessidade
que se cria e sufoca. Não passo todos os fins de semanas bêbada pelas ruas, não
tenho um carinha pra cada semana, não ando semi-nua mas, acredite, sou livre
demais. Sou passarinho e só pouso quando e em quem eu quero, então não tenta me
botar na gaiola, que eu morro. Não se mexe rápido demais, que eu fujo. É que
gente muito fácil me espanta, não sei lidar com caminho escancarado, acho
duvidoso demais quando eu já chego sendo algemada. Não nasci pra algemas,
aliás. Desculpa a frieza ou a má metáfora, mas é que produto barato demais
custa caro, quando te empurram muito alguma coisa, é quase certo não funcionar
bem. Desculpa também minha saída pela janela, meu jeito desastrado de ficar e
pior ainda de ir embora. É que ficar por ficar, é pior que qualquer desastre,
então vamos pular essa parte. Que amor é sentimento e não arte e eu não sei
fingir.
Marcella Fernanda
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